Todas as vezes que olho os discos de vinil rodando na vitrola,
Sempre me vêm à cabeça uma memória, uma analogia.
Sei lá. Uma coisa gostosa.
Analogia pornografiorum
Quando vejo a ponta da agulha deslizando com malícia
Nos sulcos do disco,
Penso em um pau latejando de duro, in erectus,
A deslizar por entre os lábios da vulva.
E aquele embalar gostoso,
Do sacolejar do disco subindo e descendo,
Lembra o movimento das ancas femininas por cima do homem:
O pau sendo ocultado pela buceta
Num vai e vem num ritmo mais que gostoso.
Como se nunca quisesse acabar nunca
Vai ver que por isso que prefiro os cálidos LP’s aos
Gélidos e frígidos CD’s.
E o que esperar de sexual de um MP3?
Nothing
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3 comentários:
hahaha só você mesmo!
nunca ía fazer uma co-relação entre os discos na vitrola e o sexo! interessante sua imaginação.
beijos
Salve Poetíssimo Sid!
Cara, tua poesia é como as poesias de Roberto Piva - rebeldes.
E tão excelente quanto as tuas fotografias - Belas!
Parabéns!
Forte abraço.
MP3... o formato da mída não permite nada... é etéreo... mas e o formato do player? Já pode pensar algo para escrever sobre isto...
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