Dec 16, 2009

Sonho (poesia)

Um sonho: uma garrafa de shyraz esvaziada e um cheiro de sexo a se consumar estavam pelo ar. Seminus, eu e você, tu estava com os seios à mostra e de calcinha. Eu com a boca nos seus peitos e já sem a cueca (sem camisa também). Os beijos entre nossas bocas arfavam uma sutil eroticidade com pequenos falsetes na respiração angustiada de como quem se tem sede ou de quem se quer foder e comer e meter e lambuzar a outra pessoa.

E assim meu sonho acabou, tão rápido como começou: eu, eruptavelmente gozado, com meu pau ainda latejando em sua boca e, é claro, te beijando e chupando sua língua compartilhando contigo do sabor do meu esperma.

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Depois, mais sonho (continuação do anterior): literalmente pau e buceta. Pau na buceta. Assim mesmo: como um conto pornográfico do Bukowski. Meu sonho foi além do meu "enormemente" na sua boca. Ele sai da sua boca mais duro do que quando você o pôs a chupá-lo.... carícias, afagos... eu cheiro seus cabelos e beijo-te a boca.

Contemplo seu corpo, armadilha inexorável do meu prazer. E meto. Meto com carinho brutalizado. Meto bem fundo em ti, como quem quer machucar o interior de sua buceta molhada de prazer com uma pluma.